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Olá!

Tudo bem?

Você se olha? Você se aceita?

Sabe aquilo: “espelho, espelho meu! Existe alguém mais bela ou belo do que eu?”

Segundo o site Psicologias do Brasil:

Por muitos anos a rainha má ouvia de seu espelho mágico a resposta que queria ouvir, o que trazia felicidade e autoconfiança para ela. Ela tinha o desejo e a fixação de ser a melhor sempre, cuidando para preservar sua imagem e manter tudo sobre controle para que nenhuma mulher no reino estivesse a sua altura.

Quando seu espelho em um belo dia lhe dá uma resposta ruim e diferente da que ela desejava, ela ostensivamente decide viver na infelicidade pelo resto de sua vida, pelo simples fato de não aceitar a própria verdade!

Realmente uma pena a rainha não compreender que aceitar a própria verdade é a primeira condição para quem quer ser feliz.

Na vida real quanto mais cedo a felicidade chegar, melhor. No entanto, infelizmente estar disposto a encarar o próprio reflexo para concertar as distorções que a vida nos causa pode ser uma tarefa trabalhosa.

Sentar diante do espelho e descobrir a pergunta certa que se deve  fazer para começar a ser feliz é uma atitude de coragem.

Mas, somente correndo o risco de não gostar da resposta e ter que lidar com os próprios defeitos, é que se pode descobrir quem se é realmente e começar a ser feliz de verdade!

Agora, se você que me ouve é o tipo de pessoa que não tem o hábito de se olhar no espelho, que ótimo! Pode ser que sua autoestima esteja nas alturas e você não necessita nem da sua própria aprovação antes de sair desfilando suas escolhas por aí – tão confiante que naturalmente você sabe a mensagem que passa todos os dias – e mais, tem feedbacks importantíssimos a seu respeito. Ó que maravilha é você!

“Eu, sinceramente não sou essa pessoa. Confio muito no espelho lá de casa, confio tanto que não vou pra lugar algum, sem antes dar aquela espiadinha, conferindo se está tudo como gosto que esteja!”

Mas veja bem, caso você seja a pessoa que não se olha e o motivo de não se olhar seja uma opção para não ter que encarar seus complexos, enfrentar algo que te incomoda, algo que você vem negando por toda a vida ou algo que possa te fazer sair da zona de conforto e se movimentar para qualquer tipo de mudança, ai ai ai que isso não é legal!

Não é legal deixar de encarar você mesmo(a)!

Pensando nisso: te convido a se olhar no espelho, por dentro e por fora.

Eu te explico como você vai fazer isso!

Experimente olhar bem no fundo dos seus olhos e busque suas principais competências, suas responsabilidades, forças e fraquezas. Explore cada pedacinho dentro de você , isso se olhando, aí de frente para o espelho– traga sua essência, sua personalidade, preferências, aquelas que te acompanham há muito tempo e outras que surgiram agora, talvez nesta nova fase que você  está vivendo.

Agora, voltando toda sua atenção para fora, sim, para sua aparência – olhe com atenção, percorra seu olhar por sua pele, talvez ela esteja firme e sedosa, talvez ela tenha rugas, não importa – olhe o formato do seu rosto, seus traços, talvez delicados, talvez fortes e marcantes. Veja se de fato te agrada o contraste da sua pele com o tom dos seus cabelos.

Olhe atentamente  sua aparência com gratidão. Vá ao encontro dos seus contornos. Perceba talvez que seus ombros sejam maiores, do que seus quadris – ou então seus quadris tenham mais centímetros que seus ombros. É possível também, que sua cintura não seja marcada e que seu abdômen não esteja definido. Está tudo bem! Mergulhe na sua aparência.

Não sei se você gosta ou desgosta do que vê. O que sei é que para conviver com você mesma(o), terá que aceitar a figura refletida – cuidando, zelando, se amando, apoiando e finalmente compreendendo que: essa imagem é você!

Dê um novo significado para sua imagem, e compreenda que suas formas e traços são únicos e te representam por onde você passa.

Fique com deus e até breve!