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Os incêndios acabaram provocando um gigantesco movimento internacional de ajuda à preservação da Amazônia do Brasil e de países limites como Bolívia, Perú, Colômbia e Venezuela.

Considerada o pulmão do Planeta Terra, essa região produz 20% do nosso oxigênio. “Esse pulmão florestal é vital para o mundo em que vivemos”- declarou o Papa Francisco, na Praça São Pedro ao defender o compromisso global para se combater as queimadas nas florestas.

Reunidos na França, os lideres do G-7, que reúne as 7 maiores economias do mundo, decidiram colaborar com 20 milhões de euros (cerca de R$ 91 milhões) para o combate aos foco de incêndio na Amazônia. O governo brasileiro, porém, rejeitou esse apoio financeiro. Alegou o Palácio do Planalto que atrás dessa generosidade do G-7 está a pretensão de fazer andar um movimento, arquitetado há algum tempo, visando a internacionalização da região da Amazônia, por sua situação de poder de equilibrar o maio ambiente mundial. A região seria titulada pela ONU. “O Brasil jamais perderá essa soberania. Não somos uma colônia, uma terra de ninguém”- afirmou presidente Bolsonaro.

Pelo Twiter, Bolsonaro ponderou que “outro chefe de Estado se solidarizaram com o Brasil. Afinal, respeito à soberania de qualquer país é o mínimo que se pode espera num mundo civilizado”.

INFORMAÇÕES

As queimadas nas florestas amazônicas não são novidades, elas ocorrem em períodos de estiagem a medida que a seca se prolonga como a deste ano. Elas também não são exclusividade do nosso Brasil. Portugal, Espanha, Rússia, Grécia, Estados Unidos e países da  África tiveram recentemente a tragédia das chamas quase incontroláveis.

Em nosso país, este ano os focos de incêndios cresceram de forma alarmante. Dobraram em relação ao ano passado. O governo já está convicto que um bom número desses incêndios foi provocado por atos criminosos, praticados por fazendeiros, grileiros, garimpeiros e madeireiros. A Policia Federal já está na busca delas nos nove estados que compõem a Amazônia Legal.

Milhares de componentes das Forças Armadas estão atuando no combate as chamas em todas as regiões da Amazônia.

Para atender essas despesas, o Ministério da Economia liberou para as Forças Armadas R$ 38 milhões. Existe a expectativa da liberação de R$ 1 bilhão dos recursos obtidos pela Petrobras pelas ações da Operação Lava-Jato. Esse dinheiro seria também usado para replantio de arvores nas regiões atingidas pelos incêndios.

A cobiça internacional pelo controle da região Amazônica, com 60% situada no território brasileiro, decorre de vários fatores. Está no Brasil a maior reserva do mundo. São 12%, mais que toda Europa ou África, que detém 7% e 10% respectivamente. A Amazônia é responsável pela manutenção do equilíbrio do clima, o que ajuda em muito impedir o aquecimento global. Outro motivo é a biodiversidade. É mais de 15 mil espécies de plantas a maior parte ainda não catalogada. Mais as riquezas minerais inclusive petróleo, ainda não exploradas.

A expectativa da sociedade brasileira é que os incêndios deixaram boas lições para nossos governantes. Sinalizou que eles precisam dar mais atenção a região mais cobiçada no planeta Terra.

PRIVATIZAÇÃO DE ESTATAIS

O governo anunciou o segundo pacote de privatização de empresas estatais, ou seja, que vai vendê-las à iniciativa privada. Elas são nove: Correios, Telebrás, Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), Empresas de Tecnologia e Informação da Previdência Social (DATAPREV), Porto de Santos (CODESP), Agencia Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF), Centro de Excelência em tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC), Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP).

Em abril, o governo anunciou o primeiro pacote de privatização: Eletrobrás, Casa da Moeda, Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CEASAMINAS), Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), Empresa Brasileira de trens Urbanos de Porto Alegre (TRANSURB), e Companhia Docas do Espírito Santo.

As empresas Correios, Telebrás, SERPRO, DATAPREV e Docas de Santos só poderão passar para a iniciativa privada, com autorização do Congresso Nacional. E que o Supremo Tribunal Federal, em junho, deliberou que o governo federal não pode vender estatais criadas por lei sem o consentimento dos deputados e senadores.

O governo decidiu também pela venda da Loteria Instantânea (a LOTEX), explorada atualmente pela Caixa Econômica Federal. Continua em estudos a privatização da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Sobre a privatização da Petrobrás o chefe da Casa Civil ministro ONYX Lorenzoni, declarou que “esse é um tema para discussão no futuro”.

Vai caber ao BNDES a tarefa de elaborar os programas das privatizações, examinando as condições de mercados e a conjuntura econômica.

Os recursos obtidos com a venda desses ativos da União serão aplicados na modernização da infraestrutura do país. Vendendo as empresas citadas, o governo ficará também livre da politica de entregar aos políticos o comando dessas unidades, sem nenhum benefício para a sociedade.